Agrestina, Garanhuns e Arcoverde decretam estado de calamidade por causa do coronavírus

Nos três municípios não há nenhum caso confirmado da Covid-19.

Os municípios de Agrestina e Garanhuns, no Agreste, e Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, decretaram estado de calamidade por causa do coronavírus. Nos três município não há nenhum caso confirmado da Covid-19. A calamidade se deve ao cenário de isolamento preventivo da população, a interrupção de serviços e a crise na economia.

Agrestina não tem casos confirmados, mas está acompanhando 37 pessoas que estão em isolamento domiciliar após apresentarem sintomas de síndrome gripal, que pode ser causada por vários vírus, incluindo o coronavírus.

Foram adotadas novas medidas de prevenção, entre elas está a determinação de organização para filas de supermercados, lotéricas, farmácias e instituições financeiras, e a limpeza das praças do Centro da cidade com água e cloro duas vezes por semana.

Foi solicitado ainda a aquisição ou locação de ventiladores mecânicos para o hospital filantrópico Memorial Alzira Ribeiro e aprovado o “Programa Família em Casa, comida na Mesa”, como medida de amparo às famílias de baixa renda que dependem do trabalho informal.

Em Garanhuns foi determinado que todas as medidas da administração pública serão direcionadas para o enfrentamento do coronavírus, inclusive o investimento de recursos para utilização em unidades hospitalares. No município, todos os serviços de áreas como educação, saúde, transportes, assistência social estão suspensos por tempo indeterminado, em caráter preventivo.

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Devido às fortes chuvas no Sertão do estado, Arcoverde disponibilizou equipes para auxiliar os moradores, a fim de manter as medidas de prevenção ao coronavírus. A Secretaria de Assistência Social vai fazer o cadastramento das famílias desabrigadas para o fornecimento de cestas básicas, kits de limpeza e higiene pessoal.

A Secretaria de Serviços Públicos vai retirar os entulhos, realizar a limpeza das ruas, desobstrução de galerias e restabelecimento de tráfego nas vias. A Secretaria de Obras e Projetos Especiais está analisando o risco de alguns imóveis e interditando residências com risco de desabamento.

 

 

Fonte: g1.globo.com/pe/região

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