O prefeito de Santa Maria da Boa Vista, Humberto Mendes, e a secretária de saúde Caroline Moraes participaram na última terça-feira(10), no  Grande Hotel de Juazeiro, da I Oficina de Pactuacão, Região Nordeste – PEBA, referente ao projeto Fortalecimento dos processos de Governança, Organização e Integração das Rede de Atenção à Saúde (Regionalização) – que tem por objetivo o desenvolvimento, implantação e execução de projetos pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde(PROADI-SUS).

Ao participar da mesa de abertura, o prefeito de Juazeiro(BA),  Paulo Bonfim, destacou o percentual investido na saúde pública de seu município que extrapolou os limites previstos, considerando as dificuldades nos processos de trabalho, tendo em vista os números de atendimento nos hospitais. A presidente do Conselho dos Secretários Municipais da Bahia Stela Souza, observou a falta de investimentos pelo MS na rede de saúde PEBA e que está no enfrentamento com outros colegas para reversão do atual quadro.

O presidente do Conselho de Secretário Municipais de Pernambuco, Orlando Lima, ao criticar o “desfinanciamento” no sistema, argumentou que por conta da situação há entraves em toda rede. A Superintendente de Responsabilidade Social do Hospital Alemão Osvaldo Cruz, Ana Paula Pinho, por sua vez, falou do projeto e dos investimentos, além de apresentar a equipe executora em âmbito nacional e regional.

Já o presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Willames Freire, fez várias ponderações sobre os investimentos na saúde, as novas políticas públicas e as realidades vivenciadas. Num segundo momento, o consultor e a coordenadora do projeto apresentaram a proposta para todos os prefeitos e secretários municipais de saúde presentes à oficina. Também foi realizada assinatura do Termo de Adesão e Compromisso, instrumento que valida a participação do município neste projeto.

De acordo com a secretária de Saúde de Santa Maria da Boa Vista, Carol Moraes, o projeto trará um direcionamento positivo quanto a capacidade instalada de cada região que compõem a Rede PEBA. “Mesmo considerando os principais entraves que hoje vivenciamos, como a falta de leitos para os nossos pacientes que precisam de atendimento de alta complexidade, ficamos esperançosos no sentido de que a Rede será vista com uma importância pelas demais esferas de governo. Assim, seus problemas deverão ser solucionados para que possamos garantir saúde pública a todos que dela dependem”, ressaltou.

Assessoria de Comunicação – PMSMBV

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